Quarta, 26 de Agosto de 2026

Operação mira esquema de distribuição de drogas e bloqueia R$ 300 mil de investigados em Cuiabá

Polícia Civil cumpre 24 ordens judiciais contra grupo suspeito de abastecer pontos de venda de entorpecentesPolícia Civil cumpre 24 ordens judiciais contra grupo suspeito de abastecer pontos de venda de entorpecentes

16/07/2026 às 09h53
Por: Redação
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Operação mira esquema de distribuição de drogas e bloqueia R$ 300 mil de investigados em Cuiabá

Uma investigação da Polícia Civil identificou uma suposta organização criminosa responsável pelo abastecimento de drogas em diversos pontos de comercialização de Cuiabá. Com base nas apurações, foi deflagrada, na manhã desta quinta-feira (16.07), a Operação Sangria, que cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão e bloqueio de contas bancárias dos investigados.

Ao todo, foram cumpridas 24 ordens judiciais expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo), sendo oito mandados de prisão preventiva, oito de busca e apreensão domiciliar e oito determinações de bloqueio de ativos financeiros. A Justiça autorizou o bloqueio de até R$ 300 mil por investigado.

A operação foi coordenada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com apoio da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz) e da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema).

Segundo a investigação, desenvolvida ao longo de vários meses, o grupo era responsável por fornecer entorpecentes para diferentes pontos de venda espalhados pela Capital.

As apurações avançaram a partir da análise pericial de aparelhos celulares apreendidos em operações anteriores. Conforme a Polícia Civil, o material permitiu identificar a estrutura da organização criminosa, apontando quem seriam os responsáveis pelo fornecimento, transporte, revenda, distribuição e movimentação financeira proveniente do tráfico.

Ainda de acordo com os investigadores, os suspeitos mantinham comunicação frequente para tratar da distribuição de drogas, abastecimento dos pontos de venda, arrecadação do dinheiro obtido com o tráfico e prestação de contas entre os integrantes do grupo.

A investigação também identificou intensa movimentação financeira por meio de contas bancárias e chaves Pix registradas em nome de terceiros. Conforme a Polícia Civil, a estratégia era utilizada para ocultar a origem dos recursos e dificultar o rastreamento do dinheiro obtido com a atividade criminosa.

Foi justamente esse cenário que embasou o pedido de bloqueio das contas dos investigados. A medida busca impedir a movimentação dos valores que, segundo a investigação, seriam provenientes do tráfico de drogas.

Com informações da Polícia Civil.

 

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